Imagem de um telefone antigo utilizada no artigo sobre comunicação orientada, como símbolo da escuta, da proximidade e do início da comunicação estratégica entre pessoas e marcas.

O telefone como ponto de partida da comunicação orientada

O telefone foi um dos primeiros objetos de comunicação a criar proximidade real entre pessoas. Mais do que tecnologia, introduziu um princípio que ainda hoje sustenta a comunicação orientada: escutar antes de falar, compreender antes de agir.

Um objeto pode ser uma viagem com histórias

Durante décadas, o telefone foi o principal mediador entre marcas, pessoas e decisões. Cada chamada exigia atenção, intenção e direção. Não havia automatismos: comunicar implicava método.

É essa lógica que continua a definir a comunicação orientada no presente.

A tecnologia mudou, mas o princípio mantém-se. Antes de propor soluções, é preciso ouvir. Antes de definir ações, é essencial analisar contexto, objetivos e propósito.


Tal como no tempo do telefone, comunicar bem continua a ser um exercício de proximidade, clareza e estratégia.

É nesse ponto que a comunicação deixa de ser ruído e passa a ser construção.

Hoje, a comunicação orientada aplica-se a marcas que procuram coerência, direção e impacto real.

Estratégia começa sempre pela escuta e termina em decisões alinhadas.

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